terça-feira, 31 de julho de 2018

O Roda Viva só serviu para provar que estamos presos em um looping temporal eterno. As pautas do programa foram ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura...

Anos de experiência e treinamento nas sabatinas promovidas pela Luciana Gimenez e por sua bancada de travestis, atrizes pornôs, anões e hermafroditas pra isso? Se o Deputado Jair Bolsonaro soubesse que encontraria jornalistas tão fracos durante sua campanha presidencial, não teria se submetido a um treinamento tão rigoroso e intenso e teria dedicado mais tempo ao garimpo ou à pesca.

O Roda Viva só serviu para provar que estamos presos em um looping temporal eterno. As pautas do programa foram ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura-ditadura, demonstrando que a única coisa com que a mídia e a esquerda se preocupam é com a proteção do seu querido mito fundador, que eles amam e a população odeia e que, por isso mesmo, está sendo demolido e incinerado sem piedade.

Dentre tudo o que pode se dizer sobre a entrevista de hoje, há um conclusão que se sobressai: com esses jornalistas, com essas perguntas e com esses assuntos, a mídia vai continuar fortalecendo a candidatura que ela mais deseja enfraquecer. 

Pode ser cedo demais para dizer qualquer coisa neste sentido, mas se as entrevistas continuarem assim, a mídia acabará se tornando o maior ativo eleitoral do candidato e o colocará ainda mais rápido na presidência.

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