terça-feira, 6 de novembro de 2018

Sigam a linha de raciocínio comigo.

Sigam a linha de raciocínio comigo.
06/09- Bolsonaro é esfaqueado em Juiz de Fora/MG. Imediatamente o bandido, desempregado e ex-filiado ao PSOL, passa a ser assessorado pelo escritório do adv. Zanone de Oliveira, um dos mais caros de MG.
21/09 – Morre a dona da pensão onde Adélio Bispo, que tentou matar Bolsonaro, estava hospedado em Juiz de Fora/MG.
17/10 – Um homem que estava hospedado há 3 meses nessa pensão é encontrado morto.
19/10 – Um “empresário” de SP vai até Juiz de Fora/MG com dinheiro em espécie, no valor de 14 milhões de reais para supostamente fazer uma operação de câmbio naquela cidade.  Quem em sã consciência sai de SP para realizar câmbio em uma cidade do interior de MG, que apenas por coincidência é o local dessa trama? Nesta suposta operação, policiais civis de SP que faziam a escolta do “empresário” trocam tiros com policiais civis de MG que faziam a escolta do “cambista” de Juiz de Fora. Um policial civil de MG é morto, 4 policiais civis de SP preso, o dono da empresa de segurança que transportava os valores também morreu. O dinheiro que ia ser trocado sumiu, o “empresário” fugiu em um jatinho. A empresa dona do jatinho está enrolada na lava jato e foi utilizada pelo José Dirceu, ex dirigente petista, para lavagem de dinheiro e prestava serviços para o governo petista em MG. Agora, advinha quem era o advogado do dono da empresa de valores que morreu? Zanone Oliveira, o mesmo do esfaqueador. Seis dias após o sumiço dos dólares o advogado Zanone alega que irá deixar a causa por falta de pagamento de honorários.
 (igual ao caso de Celso Daniel)

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